Aquele amor fraterno, movido por todo o dinheiro do mundo. É assim que o atual prefeito de Eunápolis faz as coisas andarem.
Um amor tão fraternal que o impede de valorizar seus servidores até que saiba que poderá concorrer ao pleito de 2020.
Coincidentemente, ao ser divulgada a notícia de que a candidatura dele foi deferida (sabe Deus por qual motivo), o gestor municipal anunciou o reajuste de servidores, inclusive dos professores. Reajuste negado no início do ano e, imediatamente concedido após decisão do juiz eleitoral.
É esse o amor que o fraterno tem por seus servidores. É essa a consideração e o respeito que os trabalhadores recebem. Um “cala-boca” para tentar abafar o descaso sofrido durante 8 anos, a desvalorização e desrespeito enfrentado pelos servidores municipais eunapolitanos.
Um tiro de misericórdia para tentar comprar uma alavancada em sua candidatura, sucumbida pela corrupção, perseguição e desmandos no município.
Calar a boca do povo não é fácil. Ainda mais quando o grito de liberdade está preso na garganta. A atitude é de desespero e mostra qual o seu verdadeiro interesse pelos trabalhadores municipais. O voto de cabresto, agora chamado de “reajuste”.
Eunápolis pode escolher calar a boca e se anular, ou soltar a voz e voltar a crescer.


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